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Brucelose Bovina é uma ameaça para rebanhos inteiros

Uma das maiores preocupações de quem trabalha com agropecuária é a brucelose bovina, uma doença infecciosa dos animais e do homem de relevância mundial. Causada pela Brucella abortus, a doença causa abortos, acompanhada algumas vezes de infertilidade temporária ou permanente, gerando enormes perdas econômicas para quem lida diretamente com gado.

A doença existe em todos os lugares onde haja rebanhos, mas países como Finlândia, Noruega, Suécia, Dinamarca, Países Baixos, Bélgica, Suíça, Alemanha, Áustria, Hungria, Romênia e Bulgária já conseguiram erradicá-la. Outras localidades conseguiram liberar vários rebanhos e extensas áreas do seu território e estão próximos de alcançar o objetivo da erradicação, como Inglaterra, Irlanda, Canadá e Estados Unidos.

No Brasil, o contágio de rebanhos livres normalmente se dá pela introdução de um ou mais animais infectados, difundindo-se rapidamente de animal para animal, produzindo, durante os dois primeiros anos, perdas acentuadas em número de cabeças de gado.

Estas perdas com produção animal estão diretamente ligadas com a produção de leite nas vacas que abortam. A sequela comum da infertilidade, aumenta o período entre as lactações e, num rebanho infectado, o período médio entre os partos será prolongado por muito meses.

Além dos prejuízos óbvios na produção de leite, há perda de bezerros e interferência no programa de reprodução. Já com os rebanhos de gado de corte, onde os bezerros representam a única fonte de renda, essas perdas são mais assustadoras.

A alta incidência de infertilidade temporária e permanente, bem como as mortes ocorridas devido à metrite que sobrevém à retenção de placenta, resultam na eliminação de vacas valiosas.

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